História

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HISTÓRIA

Nossa família é fruto da miscigenação entre Italianos e Poloneses. Em 1878, chegou ao Porto de Paranaguá o Navio PASCAL, trazendo imigrantes poloneses da Galícia (região de Gorlice, Malopolska e Podkarpacie ) e Prússia Ocidental (região de Starogard, atual município de Gdansk). A grafia original do sobrenome é PRZYBYCIEŃ, mas no Brasil, devido à dificuldade dos portugueses em entender os sons da língua polonesa e a falta de tradutores capacitados na época (1878), muitos sobrenomes poloneses tem erros, gerando uma infinidade de derivações. Hoje nosso sobrenome é Perbiche.

A familia Pissaia ou (Pizzaia grafia original), originária da região de Covolo-Italia, também no ano de 1878, desembarcaram no porto de Paranaguá. Naquela época o Brasil precisava de mão de obra para seu desenvolvimento, como houve fracasso com os índios, que não se adaptaram ao trabalho organizado e também a dificuldade com os africanos, o governo brasileiro apelou para o povo europeu. Povo experiente e de cultura elevada, tinha as características necessárias para desenvolver a indústria e a agricultura brasileiras. Histórias contadas pelos mais velhos, dizem que quando chegaram aos lotes destinados pelo governo, não tinham ferramentas, alimentação e muito pouco apoio do governo. Uma das dificuldades era a língua, muito diferente do português, e não havia pessoal do governo em condições de dar o apoio necessário. A dificuldade com a língua deixou muitas marcas em todos, principalmente pela variedade de registros de sobrenomes bem diferentes dos originais, face à dificuldade de comunicação e entendimento.

De acordo com os relatos dos nossos avós, as mudas de uvas vieram na bagagem junto com os imigrantes. A ideia do Caminho do Vinho começou a tomar forma no fim dos 90. Até então, boa parte dos moradores fabricava o vinho para consumo próprio e vendiam outra parte da produção na porta de casa. Com o auxílio da Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais-PR, os moradores criaram uma associação (ACAVIM-ASSOCIAÇÃO CAMINHO DO VINHO – COLÔNIA MERGULHÃO) para se organizar e transformar a Colônia Mergulhão em destino turístico rural.

ATUALMENTE

A Familia Perbiche pertinente a este roteiro turístico, tem em sua propriedade, atrações que vão além do vinho produzido pelos descendentes de italianos e poloneses. Com a visibilidade empreendedora, todo o processo de fabricação do vinho também precisou se modernizar e se adequar as necessidades atuais. Assim, os tonéis de uvas, que no passado eram amassadas com os pés e os barris de madeira cheios de vinho se tornaram apenas objetos de decoração e memória do museu que a família tem em sua propriedade.

Hoje, quem ocupa o lugar das peças do museu, são máquinas modernas, barris de aço inox 304 e equipamentos modernos, para garantir a segurança alimentar. “A única coisa realmente manual é a colocação de rótulos, conta Roberto Perbiche, dono da empresa Vinhos Dom Roberto Perbiche.

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